quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Onde levar os miúdos ao fim de semana

Nas duas últimas semanas o frio tem sido motivo para querer ficar por casa. A mim pelo menos, é o que me apetece, com as temperaturas tão baixas: pijama, sofá, lareira e televisão. 
[Pronto, vá... A parte da televisão é praticamente uma utopia já que os seres mais pequenos monopolizam esse belo aparelho. Mas que se lixe - em vez de ver o Walking Dead, vejo o Panda. Qual é o problema?]

Enfim, mas como não somos todos iguais há quem goste de passear mesmo com o termómetro a negativo. E como recebi umas novidades bem giras via e-mail achei que era interessante partilhar por aqui - já que somos um blogue de família.

Para quem gosta de levar os "piquenos" ao cinema, 2019 vai ser um ano em grande com sessões para os miúdos. E o melhor de tudo é que me refiro a cinema gratuito!!

Já no próximo Domingo dia 3 de Fevereiro, pelas 16h00, podem ir até ao Museu do Dinheiro (Lisboa) e deixar a criançada assistir a diversas curtas metragens sobre o tema "Verdade ou Mentira?" - formas engraçadas de ensinar os miúdos que a mentira tem perna curta.
Esta sessão destina-se a crianças entre os 4 e os 12 anos e as reservas devem ser feitas previamente: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 (informações: info@museudodinheiro.pt ou +351213213240). 

Para os meninos da margem sul - e ainda falando da Sétima Arte - o Fórum Montijo (Cinemas NOS), tem cinco sessões de cinema de animação gratuitas agora no início do ano. Vão ser cinco Domingos, sempre na sala 5, às 10h30.
Infelizmente já venho ligeiramente atrasada uma vez que a primeira sessão foi no domingo que passou (13/01). E, lamento informar que, a sessão do próximo domingo dia 20/01 já tem lotação esgotada.  Restam  as sessões  dos três domingos seguintes: 27/01, 03/02 e 10/02 com os filmes "Asas pelos Ares", "Os Incríveis 2" e "Ferdinando", respetivamente.
Importante reter: As reservas devem ser feitas sempre na semana antes da sessão pretendida e são feitas diretamente no balcão de informação do Fórum Montijo. Os vouchers de acesso ao cinema são dados na hora e cada pessoa tem direito a entrada para um adulto e duas crianças  com idades entre os 3 e os 12 anos.

Para não deixar o Norte de fora falo-vos agora de um mega evento também sobre cinema: o IndieJúnior Allianz Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil do Porto.
Este ano é já a terceira edição do evento, que vai ganhar vida em vários espaços conhecidos da cidade do Porto. São eles o Teatro Rivoli, Biblioteca Almeida Garrett, Casa das Artes e a Reitoria da Universidade do Porto. Entre os dias 29 de Janeiro e 3 de Fevereiro vai ser possível assistir aos filmes infanto-juvenis "mais criativos e originais" que podemos imaginar. Para miúdos entre os 3 e os 16 anos, escolha não vai faltar!
Para todo o tipo de informações, não hesitem em visitar o site oficial do Festival: www.indiejunior.com.


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Bem... confesso que não estava planeado falar (escrever) só sobre cinema mas como não vos quero maçar, vou deixar as sugestões por aqui e prometo voltar com mais ideias de programas para a miudagem.


Até lá, divirtam-se!


Fontes: 
https://www.forumontijo.com/
https://pumpkin.pt/
www.indiejunior.com 



terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Momentos #3 | 2018 foi assim!

Começou com alguns tropeços, encontrámos obstáculos pelo caminho, tivemos que adiar planos de há muito e, de repente, acaba com algumas mudanças nas nossas vidas.   

Não foi um ano fácil por aqui, mas faz parte da vida.
Não há férias de luxo nem eventos fora de série. Há apenas uma pequena família normal a viver na loucura do dia a dia!
Ainda assim há memórias boas, momentos que ficam registados e que havemos sempre de recordar.

E porque recordar é viver ficam aqui alguns dos nossos momentos de 2018.
















Olá 2019!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

É Natal!

Podia vir aqui dizer imensas coisas sobre o Natal. Coisas boas e também (e infelizmente) coisas más. 
Podia ir buscar uma qualquer perspectiva da época para vos deixar um texto diferente - mais um não é?
Podia também falar-vos de como adoro esta época e do que gostaria de poder fazer com a família para aproveitar melhor o Natal.
Podia explicar-vos com muito sentimento o que significa para mim o espírito natalício. Ou até como vivia esta época em criança.
Enfim...
Há mil e um temas/motivos/pretestos/perspectivas para se escrever sobre esta época. Mas hoje só quero desejar a todos - familiares, amigos, conhecidos, leitores, seguidores... - um Natal cheio de esperança, harmonia, bondade e amor no coração.


BOAS FESTAS!



Foto: Zakaria Dehhaoui



quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Quando temos que dizer adeus...

Pronto. Falhei um mês. Não queria que acontecesse mas foi por uma boa causa.
Aliás, este post já vem bastante atrasado porque queria tê-lo publicado no início de  Novembro. O mês de Outubro foi um mês de mudança, de recomeço, de adaptação a novas rotinas e foi por isso que falhei. Não consegui escrever nada mas venho aqui agora explicar o porquê.

Como já referi Outubro foi um mês de mudança. E grande! Uma mudança a nível profissional mas que influenciou toda a rotina diária desta família normal. 
Após 8 anos a vestir a camisola Aki, com muito orgulho, eis que surge uma oportunidade profissional que não poderia deixar passar! O desafio - atrevo-me a dizer - da minha vida.
Oito anos a fazer parte de uma família como o Aki foram, como devem imaginar, bastante marcantes: muitas aprendizagens e experiências diferentes; pessoas que nos marcam (por bons ou maus motivos), amigos que ficam e, com toda a certeza, um contributo importante para o meu crescimento pessoal e profissional.

Há já algum tempo que perseguia uma mudança a nível profissional. Não menosprezando o trabalho na distribuição, mas sendo licenciada, não era o emprego que queria para a vida. E - tenho que dizer - mesmo sendo o Aki uma excelente empresa para se trabalhar e, tendo eu sido feliz nesta casa, com o passar do tempo, vai surgindo uma frustração difícil de lidar. Vamos colocando muita coisa em causa: os anos e empenho despendidos nos estudos, o amor e dedicação a uma profissão que sonhamos ter e que nunca se concretizou... até as nossas capacidades.

Aos 36 anos de idade, quando já começava a perder a esperança, chega um SIM!

Não, não é na minha área de formação nem está lá perto. É precisamente o oposto: eu que sempre fui uma miúda das letras e das línguas vejo-me agora a lidar com números, taxas, moedas, conversões, mercados financeiros e outros conceitos que nem fazia ideia que existiam. 
Quem diria. Uma surpresa. Enorme!

Apesar de ter ficado muito feliz com a minha conquista, a despedida foi muito difícil. Foram muitas emoções de uma só vez.
Ao princípio nem sabia bem o que sentir: a felicidade pela conquista, a apreensão pela nova (e difícil) área, o medo de falhar, a nostalgia de deixar uma família gigante e espetacular, a tristeza pela despedida, a saudade dos momentos bons e das pessoas que ficaram no coração... Não é fácil explicar.
Nunca pensei estar feliz e, ao mesmo tempo, chorar até soluçar enquanto escrevia a minha carta de despedimento. No mínimo insólito!

Mas pronto, aconteceu. E no dia 1 de Outubro comecei uma nova aventura num mundo diferente. Completamente diferente.

Mas não fui só eu que ganhei - e devo dizer que ganhei bastante só pelo facto de nunca mais ter sentido dores nas pernas ou o corpo exausto - cá em casa ganharam todos pois a mamã já não trabalha à noite nem ao fim de semana! É um luxo!
Foi uma mudança radical nos nossos horários e rotinas, já que tenho que acordar com as galinhas para chegar à outra margem bem cedo. Consequentemente, preciso fechar a pestana também cedinho para me aguentar à bomboca. E devo confessar que o primeiro mês custou que se fartou - já que eu sou um "cu de sono" do caraças. 

Percebem agora o porquê da minha ausência?
E agora vocês questionam: "Então e os fins de semana?"
Pois, os fins de semana passam a correr, entre as lides domésticas, compras, miúdos e tentar descansar alguma coisa... quando dou conta é segunda feira outra vez. O normal, certo?

E é isto. Queria partilhar convosco esta novidade e dizer -vos que vou tentar ao máximo incluir o blogue nas nossas novas rotinas.







terça-feira, 11 de setembro de 2018

Maria e as tarefas domésticas

Já aqui falei algumas vezes sobre como é difícil fazer alguma coisa em casa quando tenho a pequenina comigo. Ela quer aproveitar cada segundo que tem perto da mãe e simplesmente não desgruda.
Por exemplo: mesmo que lhe explique que tenho que fazer a paparoca ela não quer saber e é naquele momento que tem que estar ao meu colo. Ou quando vou passar a ferro, ela agarra-se às minhas pernas e puxa-me para o sofá pois quer ver bonecos sentada no meu colo.
Enfim... um sem números de tarefas que se tornam complicadas porque a Maria Inês simplesmente não me deixa fazer.

Como devem calcular as coisas cá em casa não aparecem feitas por magia! Era bom. Era muito bom. Mas não.
Como tal, com o tempo, fui aprendendo a dar a volta às situações sempre que estou em casa com a menina e tenho as tarefas domésticas para fazer.

E não é que a melhor maneira de concluir as minhas tarefas domésticas é metê-la a fazer comigo? Ah pois é!! A miúda gosta mesmo de ajudar e fica toda contente quando lhe ponho um pano na mão para limpar, quando me ajuda a separar a roupa para lavar ou a tirar a roupa da máquina; adora ser a minha assistente quando vou estender roupa; ajuda-me a fazer a cama e a aspirar o chão, a limpar a casa de banho... enfim, desde que lhe dê uma tarefa para fazer em conjunto comigo ela está contente. 
Apesar de demorar mais tempo assim, acaba por ser divertido e a Maria Inês vai aprendendo umas coisas. E claro que tenho sempre os devidos cuidados para ela não ter contacto direto com os detergentes ou com o pó - normalmente meto-a a limpar o que já está limpo ou finjo que meto detergente no pano dela.

E assim se forma uma jovem dona de casa. Eheh!






(Vamos ver se quando chegar à idade em que realmente tem que ajudar, o gosto é o mesmo! - 
 Digam lá se não foi o que vocês pensaram?)

domingo, 19 de agosto de 2018

O lado negro da amamentação

Antes de mais peço já que não me julguem pelo título. A expressão "lado negro" pode ser um pouco pesada, eu sei, e levar-vos a julgamentos precipitados.

Para quem é novo por aqui deixo já bem explícito que sou a favor da amamentação e não tenho qualquer problema com isso. Não é por acaso que amamento a minha filha há 2 anos e 2 meses (para ser específica). E é precisamente por estar a amamentar há tanto tempo que consigo ver os dois lados da coisa.

A amamentação é um momento de amor e muita cumplicidade entre mãe e filho. É.
É um momento muito bonito, com toda a certeza.
Mas também pode ser um "massacre".
Sei que há mulheres que sofrem bastante porque querem muito dar mama e acabam por desistir porque ou o bebé não se adapta, ou não pega bem, ou ainda porque têm imensas dores. Não é fácil. 
Também não julgo as mulheres que simplesmente optam por não amamentar mais do que meia dúzia de meses porque acham ser o necessário. Ou mesmo as que não pretendem amamentar de todo. Somos livres de escolher. 

O Bernardo mamou durante 18 meses e a Maria Inês já bateu o recorde... sem previsão de término.
No entanto, como mulher que sou e tendo eu uma vida para além dos filhos, estou a chegar a um ponto de exaustão como nunca imaginei.

Com certeza todas sabem o que é ter que ir trabalhar todos os dias, chegar a casa cansada e ainda ter tarefas domésticas para fazer, refeições, banhos, preparação para o dia seguinte. Tudo isto se torna ainda mais cansativo quando trabalhamos por turnos e com folgas rotativas pois não conseguimos ter sempre a mesma rotina e descansar as mesmas horas. Para agravar um bocadinho, o trabalho implica passar 8 horas em pé.
Conseguem juntar os dois cenários?
Tudo isto durante 2 anos sem dormir uma noite inteira, o que significa ainda menos descanso!

Continuo a adorar ver a minha filha a mamar e nunca lhe nego mas estou muito cansada. Há noites que mal me consigo mexer pois parece que levei uma tareia de tão exausto que está o meu corpo (e se ao menos isso me ajudasse a emagrecer!!). 

Muitas vezes sinto-me frustrada por, aos 36 anos, passar dias de folga sem forças para por a minha casa em ordem - neste momento deve haver velhotas com mais genica que eu a limpar uma casa (e pequena como ela é) - ou por ir para o trabalho a arrastar as pernas ou não conseguir passar mais tempo a brincar com os meus filhos.
Tem sido complicado e acho que as pessoas não conseguem perceber o meu lado.

Por exemplo, às vezes a minha mãe convida-me para ir até ao parque aqui perto com os miúdos e eu digo-lhe que os leve porque estou muito cansada. A primeira reação é chamar-me preguiçosa. Fico fula mas nem me dou ao trabalho de justificar... Se ao menos ela conseguisse perceber o quão derrotada ando.

Resta-me dar tempo ao tempo e esperar não cair para o lado.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

O nosso primeiro festival

Quem nos segue desde o início já deve ter lido aqui que nunca tínhamos tido esta experiência, já que o Bernardo "saltou" a fase do Panda.
Este ano, como a Maria Inês ADORA ver o canal Panda (e o Bernardo, apesar dos 9 anos, até costuma acompanhar), arriscámos na aventura! E para sermos ainda mais malucos levámos a prima Maísa que fazia nesse dia, 8 anos.

E lá fomos nós, no passado dia 8 de Julho, domingo, logo pela fresca da manhã, rumo ao Parque dos Poetas, em Oeiras - o mais perto de nós, já que este festival também teve sessões em Vila Nova de Gaia, Porto, Viseu e Leiria.

Para começar acho que fizemos muito bem em ter escolhido o horário da manhã. Se mesmo assim já apanhámos calor, não quero imaginar como foi na parte da tarde.
O espaço onde decorre o evento, o Parque dos Poetas - que nós não conhecíamos - é muito bonito, agradável e com espaço que nunca mais acaba. Para além do espectáculo em si, que reúne as personagens mais queridas pelos miúdos (e graúdos), o festival oferece inúmeros divertimentos e actividades para os mais pequenos: insufláveis de vários tamanhos para idades diferentes - pequenos, médios, gigantes, com escorregas, com obstáculos... tudo o que os miúdos mais gostam para saltar e rir à gargalhada.
Encontramos também tendas com mesas onde os mais tenrinhos podem praticar os seus dotes artísticos no papel ou brincar em pequenas piscinas de bolas; pinturas faciais; espaços de descanso e claro, pequenos bares para os papás e as mamãs poderem se sentir também em casa e beber um café e até uma cerveja fresquinha! Garanto que os adultos não perdem a viagem.

A juntar a tudo isto, à medida que passeamos pelo espaço, vamo-nos cruzando com as mais variadas figuras, sempre super divertidas e cheias de cor. Desde bailarinas dignas de um espetáculo circense a palhaços e repórteres super, hiper, mega engraçados com vestimentas ultra coloridas e perucas completamente doidas. E claro, a qualquer momento podíamos tirar fotos com uma qualquer personagem do canal que se cruzasse connosco: O Ruca, o Pocoyo, os Octonautas e muitos outros.

A somar aos pontos positivos do festival estão a boa organização e a distribuição, logo à entrada, de pulseiras identificadoras para colocarmos nos miúdos.






No entanto também identifico alguns pontos negativos - ou menos bons vá... já que se tratam de factores indissociáveis deste tipo de eventos.
Começamos com as filas!
Pois é: filas e mais filas. O que é perfeitamente normal em festivais, parques de diversões e outros eventos de grandes dimensões. Ou vamos preparados para esperar em filas ou então nem vale a pena lá ir porque já sabemos que os miúdos vão querer experimentar tudo e mais alguma coisa.

Achei piada ao facto do Bernardo ter ficado muito admirado com a quantidade de pessoas e, consequentemente, filas com que se deparou. Expliquei-lhe que, na vida, vai ter que lidar muitas vezes com este tipo de situação. Especialmente quando se quiser divertir em eventos semelhantes.



Vamos ao insuflável?
Claro. Mas temos que ir para a fila primeiro!


Outro aspeto menos positivo (e lá está, faz parte) é o calor/sol a que estamos sujeitos durante o espectáculo principal. São duas horas em que temos que estar atentos aos miúdos: se bebem água, se têm protetor, se não tiram o chapéu, se não saem do lugar. E neste último ponto, deixem-me desde já dizer que levar crianças, pelo menos até aos 2 anos - caso da Maria Inês - é dinheiro completamente mal gasto. Ou têm a sorte de ser uma criança que vive aquilo ao máximo ou então é uma viagem completamente em vão.
Honestamente, fez-me alguma confusão ver pessoas com bebés de colo. A meu ver a criança ainda não percebe nada daquilo nem vai gozar ou aproveitar seja o que for = dinheiro mal gasto - mas é só a minha opinião. 
Eu própria achei que a Maria Inês não gozou o que deveria durante o espetáculo por ser pequenina demais e distrair-se com outras coisas como a multidão à sua volta, por exemplo, que é algo totalmente diferente do seu dia a dia.
Depois também é ingrato nem todas as crianças poderem ficar perto do palco para poderem ver melhor os intervenientes e até se poderem divertir mais.
Mas mais uma vez... faz parte.



Sempre hidratada.
E protegida.

Por último e (para mim) o pior: os WC!!
Mais alguém detesta casas de banho públicas? Pois. Quanto mais sujeitar as crianças a tal.
Em locais com tanta gente é impossível não esperar numa fila para fazer chichi. Mas pior ainda é ter que fazer numa casa de banho portátil! E fico-me por aqui no tema.

E assim deixo alguns conselhos para quem se quiser aventurar pela primeira vez neste dia exclusivo para os miúdos:

1º - É imperativo não deixarem a paciência em casa. Lembrem-se que vai ser um dia de muita agitação para eles (e filas de espera);

2º - Vistam roupas confortáveis, ténis, chapéus na cabeça e protector solar - válido para pais e filhos;

3º - Para além de água (muito importante), levem também um pequeno farnel pois os preços praticados nestes locais são perfeitos roubos à nossa carteira - a não ser que se sintam confortáveis para gastar uns trocos extra.

4º - Se não querem sofrer com o calor, escolham o período da manhã (e com alguma antecedência já que os bilhetes esgotam);

5º - Se tiverem bebés com menos de 2 anos, guardem a aventura para o(s) ano(s) seguinte(s) - vai ser mais proveitoso!


Os bilhetes, já sabem, podem comprar nos locais habituais: Fnac e Bilheteira Online


Deixo aqui alguns momentos:












 




    Boa aventura!