domingo, 18 de junho de 2017

Calor Infernal

Se por um lado, Verão é sinónimo de calor, praia, festas, alegria e muita diversão.  Por outro, pode ser significado de desgraça, muita tristeza e pesar.

Infelizmente não é só a época balnear que abre por esta altura. Está também aberta a época dos incêndios que, como já todos sabemos, já fez o maior número de vítimas mortais de sempre em Portugal. Foi com muita tristeza que segui algumas notícias no dia de hoje, sobre o incêndio em Pedrógão Grande, Leiria. O rastro de destruição é incalculável e o número de vítimas não para de aumentar. 


Fonte


A minha intenção não é dar a notícia ou fazer qualquer tipo de actualização sobre a mesma - deixo isso para os meios de comunicação social, que são mais que muitos e, todos eles, em cima do acontecimento. Simplesmente não podia deixar de mostrar aqui a minha solidariedade para com os familiares e amigos das vítimas desta tragédia sem precedentes. Não posso fazer muito mas o meu pensamento está com todos eles.

E aos nossos Bombeiros, os nossos verdadeiros Super-heróis, muita força e coragem para continuarem nesta luta tão difícil. O País inteiro torce por vocês. Obrigada por tamanha dedicação!


segunda-feira, 12 de junho de 2017

"Fidget Spinner" - o brinquedo da moda | Parte II

As primeiras perguntas que fiz a mim mesma aquando da descoberta do Spinner foi "Mas quem é que se lembra de inventar uma coisa destas? Qual é o objectivo?".
E não tardei a encontrar a resposta.
Conforme me fui apercebendo que  este brinquedo estava mesmo a dar que falar no seio dos mais novos, fiquei curiosa e fui pesquisar. Mas mesmo antes de ir ao Google, qual não é o meu espanto quando abro a Visão Júnior (que o Bernardo recebe todos os meses em casa) e o tema de capa é precisamente o Spinner! Sim, o tema de capa.

Apeteceu-me rir da coincidência mas apressei-me a folhear a revista até encontrar as páginas dedicadas ao brinquedo.
As respostas às minha perguntas apareceram num ápice.

Segundo a Visão Júnior, "num verão nos anos 90, Catherine Hettinger, residente na Florida, EUA, sofria de uma doença chamada miastenia grave, que afeta os músculos e deixa uma pessoa sem forças. Apesar de doente, tinha de tomar conta da filha de 7 anos, Sara. E como não conseguia brincar com ela começou a juntar papel de jornal e fita-cola para inventar algo que a entretesse. Foi assim que nasceu uma versão básica do spinner. Catherine  registou o seu invento (chama-se patente e impede as outras pessoas de o copiarem), mas em 2005 Catherine deixou de ter dinheiro para pagar a patente. Por isso, apesar de ter inventado o Fidget Spinner, Catherine não ganhou um tostão!"

Numa pesquisa mais recente, online, já encontrei uns "inventores" mais novos e, segundo a revista Forbes, os autores da versão mais moderna do brinquedo. Dois jovens empreendedores que, ao que parece, estão ricos graças ao spinner (oficialmente um fenómeno).



Edição de Junho 2017


Neste artigo o tema é abordado precisamente junto de pré-adolescentes. Para além de ajudar a criar um spinner de raiz (com materiais que podemos ter por casa), a Visão tenta perceber porque este objeto se tornou tão popular e qual a opinião dos miúdos sobre o mesmo. 
Ao contrário daquilo que é a minha opinião, os miúdos acham que este brinquedo "tem um efeito benéfico de relaxamento e bem-estar". Uma menina de 13 anos chega mesmo a afirmar que o spinner a acalma quando se sente stressada e que "em dias de testes ou apresentações de trabalhos", brinca com o spinner e sente-se aliviada.
Pode ler-se também neste trabalho que ter um spinner na mão pode ajudar "para que os alunos com dificuldades de concentração consigam manter-se calmos, focados e atentos".

Primeira questão: Uma criança de 13 anos stressada??! (A sério??)

Segunda questão: Um brinquedo nas aulas ajuda na concentração??! (A sério??)

Parecem piadas.
Não sou especialista em educação mas lembro-me bem quando havia um aluno mais travesso na sala de aulas ou que levava algum brinquedo com ele, era um alvoroço e ninguém se concentrava ou se focava no que realmente estávamos ali a fazer. Brinquedo era significado de brincadeira = distração.
Será que o ambiente em sala de aula mudou assim tanto? Ou melhor, será que o objectivo das aulas mudou assim tanto?
Deixo no ar as perguntas.
 
O mesmo artigo revela ainda que quase todos os professores desta jovem  deixam os alunos estarem a brincar com o spinner durante as aulas pois "perceberam que é preferível isso do que estarem a conversar (!!). Há menos perturbação (!!)." 
Fiquei um pouco mais aliviada por ler a seguir que "Em Portugal há já várias escolas que proibiram o uso do spinner dentro da sala de aulas por acharem que o brinquedo distrai".
Se calhar os professores da menina de 13 anos stressada não conseguiram foi encontrar uma alternativa ao novo brinquedo!! Que tal mais rigidez com eles?

Nos primeiros dias o Bernardo quis levar o spinner para a escola, como já seria de esperar. No entanto fizemos questão de lhe deixar claro que não usaria o brinquedo dentro da sala de aula - caso o fizesse, a conversa seria outra - e ele sabe bem como somos exigentes nestes temas: na sala de aula é para estar com atenção e para trabalhar; as brincadeiras ficam para o recreio.




O seu segundo spinner, oferecido pela avó, com luzes "psicadélicas"! 

Entretanto, durante as minhas pesquisas curiosas, ainda fiquei mais espantada quando descobri que afinal este brinquedo não se compra só na "loja do chinês".
Lojas de prestígio como a Fnac ou a Worten e variadíssimas lojas online têm este brinquedo à venda e pode mesmo custar até 15€ (confesso que não me alonguei na parte dos preços pois não tenho intenções de apostar nesta "tecnologia" e, para o efeito que é, o do chinês serve perfeitamente).

Resumindo e concluindo: o spinner serve para quê mesmo?
A minha opinião não mudou rigorosamente nada. Acho até que em 2018 já ninguém se vai lembrar dele.

terça-feira, 6 de junho de 2017

"Fidget Spinner" - o brinquedo da moda

Toda a gente sabe que as crianças querem tudo o que vêm nos outros. É quase como que... natural! Nesta matéria há idades especialmente complicadas e quer-me parecer que o meu filho está a passar por uma delas.

Há umas semanas o Bernardo chegou a casa a falar de um brinquedo que muitos meninos tinham e que "pões na ponta do dedo" e "é bué da fixe" porque "fica a rodar" e "compra-se na loja do chinês" e... "mamã, quando tiveres dinheiro compras-me um?"

Na verdade não percebi metade do que ele disse. Primeiro porque é um verdadeiro trapalhão no que toca a contar, relatar, descrever e tudo o que tenha a ver com passar informação. Depois porque, embrulhada nos afazeres do fim de dia, quando ele chega da escola, confesso que não prestei a devida atenção. 

Uns dias depois o Bernardo aparece em casa com um objecto (quase voador) não identificado. Um objecto que simplesmente rodava em torno de si próprio. Questionei sobre a sua origem ao que ele, de sorriso no rosto, prontamente me respondeu que "foi uma colega da Maísa que deu à Maísa e a Maísa deu-me a mim". 


Fidget Spinner



Nunca cheguei a perceber muito bem como é que aquele objecto rotativo lhe tinha ido parar às mãos, mas sei que a criança estava radiante por passar o tempo com um bocado de plástico verde a rodar entre os dedos. E de pensar que, com a idade dele, eu ficava triste porque os meus pais não me compravam Barbies porque custavam, no mínimo, 6.000$00  (seis mil escudos = seis contos = trinta euros para os mais novinhos)!

Bem... voltando ao objecto estranho.
Posso dizer que não durou mais que dois dias cá em casa pois, com uma queda mais aparatosa, o bichinho partiu-se ao meio.
No entanto, e depois de ouvir milhões de relatos e histórias e argumentos e choradinhos sobre o tal objecto, o Pai foi mesmo a uma loja chinesa procurá-lo e fez do Bernardo a criança mais feliz do mundo!
Durante horas o bernardo não largou o seu novo brinquedo - que entretanto descobriu que se chama "Spinner" - e destila toneladas de felicidade só por ter uma coisa a rodar entre os dedos - a mesma felicidade que eu destilaria em 1990 se tivesse uma Barbie de 30€. Enfim!
Confesso que me fez um bocado de confusão ver tanta excitação por um objecto (na minha opinião) sem qualquer utilidade e cheguei mesmo a perguntar à criança se não tinha brinquedos muito mais úteis e fixes. Queria perceber o porquê de tamanho alarido com um brinquedo, aparentemente, inútil.

No dia seguinte, ao deixar o Bernardo na escola logo pela manhã, apercebi-me que aquele brinquedo que eu achei inútil e sem qualquer sentido se tinha afinal tornado na "febre" do momento! Miúdos com quase 15 anos, com Spinners na mão, como se do brinquedo mais cool do mundo se tratasse.
Como é que é possível?!
Os miúdos, hoje em dia, têm tudo e mais alguma coisa: quilos e quilos de brinquedos no quarto, bicicletas, trotinetas, consolas de jogos, computadores, pistas de carros, legos caríssimos, puzzles de todos os tamanhos e feitios, todos os bonecos famosos e mais alguns e, de repente, esquecem tudo por causa de um objecto rotativo! Sim, é assim que o defino. Para mim não passa de um objecto rotativo.
Se há uns anos atrás soubesse que uma coisa tão simples faria o meu filho dar pulos de felicidade, tinha poupado uns bons euros em brinquedos. Acreditem.
Vá-se lá perceber a cabecinha desta criançada. Qual Homem-Aranha qual quê!

Como devem calcular, curiosa como sou, fui investigar o fenómeno.
Se também ficaram curiosos, aguardem o próximo post




sexta-feira, 2 de junho de 2017

Chega Junho, calor, praia, férias...

Junho chegou. Significa que 2017 já vai a meio!
Passou a correr mas estamos finalmente a chegar àquela altura em que todos somos especialmente felizes.

Junho é sinónimo de Verão, sol, calor, praia, esplanadas, sunsets e fotos "mete-nojo" nas redes sociais. É o início de uma jornada de festas constantes por toda a parte - É Santos Populares, manjerico e sardinha assada. É sangria, cerveja, coca-cola bem fresca e o belo do gin. É festivais, música até doer a cabeça e mais cerveja.
É o mês que vem marcar (oficialmente) o início daquela que é a época do ano mais esperada pela maior parte da população: O Verão (= as férias)!

Junho é inaugurado em grande com um tributo aos mais novos - o dia da criança, que, ao contrário do que seria de esperar (já que aqui celebramos a existência de crianças numa família normal), não trouxe post aqui ao nosso Diário. Por motivos óbvios e que já são do vosso conhecimento. Mas não, não vos vou maçar com relatos da minha falta de descanso ou excesso de trabalho acumulado em casa ou noites mal (e pouco) dormidas. Venho apenas marcar presença e saudar a época maravilhosa que aí vem.

Vamos sorrir. Vem aí o Verão!


Fonte

segunda-feira, 22 de maio de 2017

O dia das meninas

O Papá teve que ir trabalhar cedo, o mano foi para a escola e a mamã está de folga!

Hoje ficámos as duas sozinhas em casa. Dormimos até às 10h, tomamos o pequeno almoço e fomos fazer umas compras.

O dia das meninas foi assim: 




Enquanto a mamã se despacha, a Maria desarruma os brinquedos do mano - ela adora tirar tudo das gavetas e atirar para o chão! Tem um dom especial para atirar coisas - diga-se de passagem.
Quero ver quem vai arrumar...





"Eh eh! Fui ao supermercado e não precisei de prioridade porque estou muito crescida." 😊

O dia começou a ficar muito quente por isso já não fomos ao parque passear.
Fomos para casa porque está a chegar a hora da paparoca.

E depois de um belo almoço de peixinho com legumes, seguido de uma papaia maravilhosa e suculenta que deixou a Maria Inês toda pegajosa, vem a bela da sesta que sabe tão bem!





"Agora estou a recarregar as baterias para quando o mano chegar da escola começarmos na loucura habitual de fim de dia!" 😉

E é assim um dia normal (sossegado) só com as meninas de uma família normal.

domingo, 14 de maio de 2017

Irritações #2

Já há algum tempo que me apetecia deixar aqui este desabafo mas tinha algum receio de ser mal interpretada. Vamos lá ver se consigo...

Como já é do conhecimento geral, desde o passado dia 27 de Dezembro de 2016, está em vigor uma lei que nos obriga a dar prioridade a pessoas deficientes, idosos, grávidas  (já vieram tarde) ou pessoas acompanhadas de crianças de colo. Seja no café da esquina, na segurança social, no hiper-mercado ou na loja da "ti Jaquina", os não cumpridores correm mesmo o risco de ser multados - os valores vão dos 50 até aos 1000€.

Até aqui tudo bem... #ounão!
Por um lado acho triste que seja necessário "obrigar" o povo português a fazer algo que poderia apenas ser bom senso, respeito ou civismo. Muito triste mesmo.
Por outro lado, já que somos um povinho tão pouco civilizado e ignorante (desculpem mas trabalho na distribuição e testemunho estas características do ser humano todos os dias), é bem feito para esses que seja obrigatório!

Mesmo depois da lei entrar em vigor ainda é muito frequente haver um ranhoso ou outro (não excluindo géneros) que finge que não vê a grávida enorme atrás de si ou reclama porque passamos o velhote de muleta e pouca mobilidade à frente... enfim, um sem número de situações desagradáveis nas filas para pagamento.
A verdade é que somos um povinho bastante difícil de educar e não há lei que mude isso.

Agora estão todos a pensar: "bem esta tem um bebé, de certeza que se farta de passar à frente nas filas."
Pois enganam-se! E a minha irritação é precisamente essa. Como tenho um bebé - a pequena Maria que já é vossa conhecida - é normal ter também um acessório de puericultura que dá imenso jeito nestas ocasiões: um carrinho de bebé!
Trabalhando eu no atendimento ao público, e sendo caixa uma das minhas funções, tenho vindo a reparar que cada vez mais bebés deixaram de ter carrinhos, o que me tem causado algumas comichões. Pois os papás acham por bem levar as criancinhas ao colo, mesmo numa superfície onde existe o risco de haver um qualquer tipo de acidente (mesmo que seja apenas um encontrão de outro cliente qualquer) só para poder usufruir da prioridade!
Será que a Chicco anda a perder clientes? Será que é moda andar com a criança ao colo?

Atenção: até sou adepta do mimo e do colinho mas não me parece que as grandes superfícies, cheias de confusão, barulho e até produtos tóxicos e potencialmente perigosos (que é o caso do meu trabalho) sejam a melhor opção para passear as crianças ao colo por um fim (ao fim de contas) tão egoísta.

Hoje resolvi finalmente deitar isto cá para fora depois de presenciar uma situação que me irritou bastante:

Depois do trabalho passei num supermercado perto de casa para umas pequenas compras de última hora. Quando me dirijo às caixas, uma senhora e a filha (adulta) chegaram à fila à minha frente - tudo normal. As duas pareciam algo impacientes. Já me tinha cruzado com as senhoras na loja e tinham estado a discutir - cenas normais! Segundos antes de abrir outra caixa, vem outra rapariga a correr VINDA DA RUA, com a filha bebé ao colo, que não devia ter mais que 9/10 meses e "estaciona" junto das duas impacientes - era outra filha.
Entretanto abre a segunda caixa as dondocas vão a correr, todas lambonas. Não contavam é com duas "velhas matreiras" que quiseram impor o seu lugar na fila e mudaram de caixa pela mesma ordem, ou seja, à frente delas.
A primeira filha não se conteve e fez questão de mostrar o seu desagrado, alto e bom som, por terem passado à sua frente; a mãe fazia-se de parva (a tentar que a filha pusesse o cesto à frente da segunda velhota) a dizer "Então, o que estás a fazer? Anda..."; e a segunda filha, com a bebé ao colo e um ar comprometido, não abria a boca nem para respirar!

Quem teve a atitude pior? As duas senhoras mais velhas que não respeitaram a lei da prioridade e não deixaram passar a criança de colo à frente? Ou as senhoras que "mandaram vir" outra da rua com um bebé ao colo só para poderem ter prioridade (leia-se: passar à frente da malta toda)?

Chamem-me o que quiserem mas não tiro o conforto e a segurança do carrinho à minha filha só para passar à frente nas filas.  E mesmo com o carrinho, em muitos sítios, os funcionários perguntam-me se quero prioridade! Será  o karma?
(Não, não aceito a prioridade.)

domingo, 7 de maio de 2017

Dia da Mãe

Hoje é aquele dia em mimamos as nossas progenitoras! Aquele ser maravilhoso que nos gerou e nos ajudou a crescer, que nos alimentou e mudou cem mil fraldas mal cheirosas; que perdeu noites de sono para nos acalmar e tirar a dor; que fez de tudo para comermos uma sopa de ervilhas (porque dá saúde e faz crescer); que nos amou incondicionalmente depois da maior birra de sempre; que percebeu que não estávamos bem por causa do namorado... que ainda hoje, já com netos para aturar, continua a oferecer-nos o ombro para chorarmos ou o colo para nos reconfortar.

A Maternidade é uma verdadeira roda viva de emoções que cada uma de nós vive à sua maneira.

Para este post pedi a algumas mães que expressassem a sua visão sobre o que é ser mãe.



"Para mim ser mãe é ser capaz de amar de uma forma incondicional e arrebatadora...
É ter a dádiva de dar sem esperar nada em troca...é ter a coragem de enfrentar o mundo apenas por um sorriso de um filho...
Ser mãe....é a grande "missão" da minha vida..."

Cátia Coelho Neto, 34 anos, mãe do Guilherme de 4 anos.

Gui e Cátia 


"Para mim ser mãe é uma enchente de emoções contraditórias a todo o instante.
Passar de um chorar de cansaço a um sorriso só por ver o nosso mais que tudo sorrir.
O querer confiar no nosso instinto de mãe mas ao mesmo tempo questionar se estaremos a tomar a atitude correcta.
O chegar a casa com vontade de desistir e quando aquele ser tão pequenino te abraça tudo passa e estamos prontas para enfrentar um novo dia.
Para mim ser mãe é inexplicável."

Priscila Abreu, 29 anos, Mãe do Ethan de 3 anos.



Priscila e Ethan



"Ser mãe é a melhor coisa do Mundo!!!! Eu nasci para ser mãe."

Ângela Carneiro, 39 anos, mãe das gémeas Rita e Mariana de 11 anos.




Ângela, Rita e Mariana






"Para mim ser mãe é uma aventura que começou há 13 anos com um menino lindo que me trazia muitos desafios. Um menino com alguns problemas de saúde que ultrapassamos os 2 juntos e assim nos mantemos e hoje é um pré adolescente lindo e cheio de vida. Passados 9 anos a maternidade bateu-me novamente à porta e aí nasceu a minha princesa rabina. Ser mãe é um desafio do dia dia, mas sem dúvida a melhor profissão que posso ter. Eles são sem dúvida alguma o melhor que me aconteceu na vida. EU AMO SER MÃE!"

Vera Monteiro, 34 anos, mãe do Tiago de 13 e da Yara de 4.


Vera, Yara e Tiago



"Para mim ser mãe é um privilégio que se ganha com o nascimento de um filho e com os sacrifícios que depois se tornam em prazeres e compensações ao longo da vida."

Ana Silva, 30 anos, mãe do Rafael de 5.
Ana e Rafael







Parabéns a todas pelas excelentes mães que são e pelos rebentos maravilhosos que trouxeram ao mundo.
E muito obrigada pelo contributo. 

Feliz dia da mãe a todas as mamãs deste mundo!