quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A moda das tampinhas

Há modas para todos os gostos: é alta costura, é a costura um bocado mais baixa, é sem costura... enfim, vê-se de tudo um pouco por aí.

Cá em casa gostamos de ajudar e fazêmo-lo das mais variadas formas, sempre dentro das nossas possibilidades. Incentivamos o Bernardo e gostamos, acima de tudo, que ele goste de ajudar.
Desde que ele começou a juntar tampinhas para dar à vovódi  (como ele trata a avó paterna), todos aderimos à "moda" e ajudamos a recolher as ditas cujas seja onde for. Explicámos-lhe o objectivo deste ato e ele não deixa escapar nenhuma. Até tenta incitar os tios e primos a guardar as tampinhas.



 Há tampas por todo o lado: é no meio dos brinquedos, dentro da fruteira, nos bolsos da roupa e até no saco da bebé. E o pai que parece um acumulador  - vai juntando garrafas de água no carro para depois nós tirarmos as tampas.


Já li algumas teorias que dizem que esta história das tampas não passa de um mito urbano. Há opiniões diversas sobre o assunto. No entanto também já li testemunhos de quem diz ter assistido à entrega de uma cadeira de rodas em troca das famosas tampinhas.
Seja como for, mito ou não mito, mal não faz e estamos a ajudar o ambiente. E se pesquisarmos a fundo encontramos várias empresas que recebem estas tampas com o intuito de ajudar bem como diversas autarquias que apoiam a causa.

É um gesto simples que não nos custa nada. Poupamos o ambiente e ajudamos o próximo!

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